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Descolados de Bragança e Atibaia só pensam em Lamu…

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Sabe aquela mulher fina, que trabalha ? Mora bem, se cuida, o marido idem, formam um casal antenado ? Mas só que como todo ser mortal anda estressada com a neurose da pandemia, máscara, abre mercado, fecha mercado, abre escola, fecha escola ? Pois é, nessa categoria há várias divas. Só para citar algumas: Dai Maturana, Gisela Pugliesi, Matilde Matrangi, Viviane Cocco, Ana Claudia Roque, Denise Milfont, Beth Chedid, Gi Borboleta, Claudia Nogueira, Carla Grace, Pat Peçanha, Marisa Leme, e por aí vai…

Se tiver filhos pequenos o ideal é ficar no Brasil. Não se trata de um tour para criança ou adolescentes. O local é para recarregar energia, sentir cheiro de vida! Lamu é um paraíso como nenhum outro, não é para novo rico ostentação. É um local de paz para gente descolada, zen. Uma ilha tropical pacífica onde a vida é vivida em seu próprio ritmo descontraído, mas um lugar cuja história é tão misteriosa e fascinante quanto as ruas sinuosas de sua cidade medieval de pedra. O melhor: lá ninguém nunca ouviu falar em Coronavírus, Willian Bonner, uti, pandemia, máscara, etc.

Não há um antenado que não queira apenas um mês em Lamu. Para quem não vive sem festa, uma ou outra acaba rolando de forma simples nas embarcações mas sem muito forfée.

A própria ilha é um belo lugar de dunas ondulantes e praias infinitas, onde pequenas aldeias se aninham entre plantações de coco e manga. Mas a verdadeira atração de Lamu é sua cidade velha. A cidade de Lamu começou a vida como um assentamento Swahili do século 14, mas a ilha viu muitos visitantes e influências, incluindo exploradores portugueses, comerciantes turcos e os árabes de Omã. Todos deixaram sua marca, mas Lamu desenvolveu sua própria cultura particular, que finalmente perdurou. Os peixes têm sabor único. As frutas são apaixonantes. Como não há carro, o turista se sente de volta em algum lugar do passado.

As ruas estreitas de Lamu permanecem inalteradas, e nos mercados e praças ao redor do forte a vida se move no mesmo ritmo de sempre. Não há consumismo e veículos nesta ilha, e o burro e o dhow continuam sendo o meio de transporte dominante. Duas dicas de hotéis: Peponi Hotel e Banana House. O povo de Lamu acredita muito na tradição e nos costumes, e esta é uma sociedade forte baseada no respeito pelo passado. Para o viajante, Lamu é uma experiência hipnoticamente exótica, tornada ainda mais agradável pelas atitudes descontraídas e acolhedoras dos habitantes locais. Visitar Lamu é entrar em outro mundo, e o visitante se vê fazendo parte desse mundo ao mesmo tempo afastado da mídia terrorista brasileira. A vida fica mais lenta e longos dias são passados ​​passeando à beira-mar, explorando a cidade ou relaxando nas praias, lendo, apreciando a culinária fantástica, resumindo; vivendo sem essa loucura dos dias de hoje no Brasil.

Fernando Lorenzetti

Jornalista e colunista social. Passou por vários veículos de Imprensa, e atua como profissional de mídia, em redes sociais e no mercado editorial de revista. Por 10 anos assinou a coluna social do jornal Diário do Povo, em Campinas. Trabalhou na revista Metrópole do Correio Popular de Campinas, onde também pilotou o programa de TV " Festa, com Fernando Lorenzetti ", na Band, Rede Bandeirantes de Televisão. O jornalista colaborou com os mais importantes veículos de comunicação do país. Está no Instagran: @lorenzettifernando

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